- Registos meteorológicos diários mais antigos da Península Ibérica, em Lisboa, remontam a três séculos.
- Em 19 de novembro de 1724, um furacão atingiu Lisboa, causando danos significativos.
- A tempestade ocorreu num domingo e ficou com relatos pormenorizados na época.
- No Tejo, foram afundadas ou danificadas várias embarcações de diversos países.
- Os registos destacam a intensidade da intempérie na capital de uma época de grande atividade comercial.
Durante três séculos, a Península Ibérica manteve uma das séries diárias de observações meteorológicas instrumentais mais antigas. Em Lisboa, esses registos registaram um evento extremo naquele período.
A tempestade, descrita como um furacão, atingiu a cidade de Lisboa no domingo, 19 de novembro de 1724. O impacto foi descrito como significativo e técnico, com detalhes sobre a intensidade do vento e as consequências para a cidade.
No Tejo, confluíam navios de várias nações, o que ampliou o contado de estragos. Em terra, o vendaval causou danos consideráveis, com embarcações afundadas, atiradas para a costa e várias danificadas ao longo da margem.
O episódio destaca a importância dos registos meteorológicos da época para perceber a severidade de tempestades históricas. O registro de Lisboa valeu como referência para compreender o comportamento climático do passado.
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