- São João da Madeira começa hoje a testar o transporte de medicamentos por drones elétricos, numa experiência que inicialmente envolve apenas a Farmácia Ferraz e, antes de terminar os trinta dias, alarga-se à Farmácia da Cidade.
- Os drones operam num raio de dois quilómetros e podem transportar até quinhentos gramas; a empresa prepara equipamento que poderá levar até sete quilos.
- O projeto piloto foca-se em medicamentos sem receita, artigos de cosmética e bem‑estar, bem como pequenos artigos de venda habitual em farmácias, avaliando a recetividade do público.
- O transporte ocorre sem cobrança de tarifa durante o piloto, com navegação autónoma que previne colisões e garante pouso de alta precisão.
- A Connect Robotics, criada em dois mil e quinze e instalada no Sanjotec desde dois mil e vinte e quatro, já realizou entregas para a Fundação Champalimaud e já tem autorização genérica para todo o território nacional, com o objetivo de evoluir serviços de proximidade e sustentabilidade.
Três parágrafos iniciais de texto:
A startup Connect Robotics, com sede em São João da Madeira, inicia hoje um piloto de transporte de medicamentos por drone entre farmácias da cidade e o polo Sanjotec, centro empresarial e tecnológico. O serviço funciona sem custos para o utilizador durante a fase experimental, que tem a duração prevista de 30 dias.
O projeto arranca com a Farmácia Ferraz como ponto de partida, passando, se tudo correr como planeado, a incluir a Farmácia da Cidade antes de terminar o período de teste. Também pode abranger outros estabelecimentos interessados na iniciativa.
Os voos utilizam drones elétricos com raio de operação de dois quilómetros e capacidade de transportar até 500 gramas, tendo em vista itens farmacêuticos sem receita, cosmética e artigos de venda habitual em farmácias. A equipa pretende avaliar a aceitação do serviço pela comunidade.
Quem está envolvido
Eduardo Mendes, fundador e CEO da Connect Robotics, explica que já existem drones capazes de distâncias superiores em outros projetos, com a equipa a preparar equipamentos que poderão suportar até 7 quilos. O objetivo é medir a resposta do consumidor na aproximação a este tipo de entrega.
A Connect Robotics opera no Sanjotec desde 2024 e já conduziu entregas para a Fundação Champalimaud, num âmbito interno, totalizando cerca de 6.000 envios em dois anos. O piloto em São João da Madeira passa a testar o serviço na comunidade em geral.
Objetivos e operação
O piloto pretende compreender a adesão aos drones, identificar preocupações dos utilizadores e perceber quais encomendas são mais aceites. A tecnologia de navegação autónoma evita colisões e assegura um pouso de alta precisão, sem encargos para o utilizador durante a fase de avaliação.
Segundo Mendes, o esforço visa demonstrar um serviço de proximidade mais rápido, eficiente e sustentável, com potenciais benefícios de comodidade e redução de deslocações. A experiência poderá estender-se a outros tipos de estabelecimentos caso haja interesse.
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