Portugal está entre os países mais fracos da UE na geração de valor com o PRR digital, segundo a Comissão Europeia. O impacto em Portugal fica aquém da média europeia, revelando progresso ainda insuficiente na digitalização da economia e do Estado.
O relatório europeu aponta que o país avança, mas de forma limitada, com vários projetos digitais estratégicos ainda por consolidar. A Comissão ressalva avanços, mas sublinha limites na implementação de medidas de transformação digital.
Especialistas apontam que os resultados dependem de investimentos consistentes em infraestruturas digitais e na coordenação entre setores público e privado. O objetivo é ampliar a capacidade de inovação e a competitividade nacional.
Impacto do PRR digital
Bruxelas reconhece alguns progressos, mas insiste na necessidade de acelerar a adoção de tecnologias avançadas. A prioridade é ampliar projetos de inteligência artificial, computação em nuvem e centros de dados.
O objetivo é reforçar a soberania tecnológica de Portugal e a sua posição no mercado europeu. A UE considera crucial que o país melhore a eficiência, a segurança e a resiliência digital.
Investimento em infraestrutura digital
A Comissão destaca a importância de expandir infraestruturas digitais, com foco em centros de dados e soluções de IA. O incremento de investimento visa aumentar a capacidade de inovação do país.
Além disso, é pedido um alinhamento entre planos nacionais e as prioridades da UE, para acelerar resultados tangíveis no curto a médio prazo.
Desafios e perspetivas
Apesar dos progressos, persistem desafios na execução de projetos digitais de grande escala. A prioridade é consolidar uma estratégia clara de transformação digital para cumprir metas do PRR.
A Comissão Europeia mantém a monitorização e espera avanços significativos no próximo período, para reforçar a competitividade e a soberania tecnológica de Portugal.
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