Uma coligação de procuradores-gerais dos EUA intimou a OpenAI sobre a segurança dos utilizadores do ChatGPT, num momento em que a empresa se prepara para uma oferta pública inicial (IPO).
Segundo o Wall Street Journal, a intimação foi emitida na sexta-feira, numa investigação liderada pela procuradora-geral de Nova Iorque. A equipa de peritos exige documentação detalhada.
Os procuradores pedem informações sobre práticas publicitárias, formas de manter os utilizadores ligados ao serviço, tratamento de dados de consumidores e de saúde, bem como políticas para menores e pessoas idosas.
Reação e próximos passos
A OpenAI afirmou que vai colaborar com os gabinetes responsáveis pelo pedido e que já incorporou salvaguardas no produto. Um porta-voz disse que a empresa encara seriamente as preocupações levantadas.
A empresa não confirmou se outros estados participam na investigação. O processo ocorre num contexto em que a OpenAI mira uma avaliação de cerca de 1 bilião de dólares na bolsa.
Contexto regulatório
Na sequência, outros casos legais envolvendo a área tecnológica têm aumentado a pressão regulatória. Reguladores europeus investigam conteúdos de palavas relacionadas com IA concorrentes. A OpenAI tem reiterado cooperação com autoridades e polícia em casos específicos.
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