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Associação lança verificador para denunciar plataformas ilegais de jogo durante o Mundial

Campanha VAR Mundial da APAJO permite denunciar operadores de jogo não licenciados durante o Mundial, alertando consumidores sobre riscos de fraude e privacidade

A APAJO tem como membros a BacanaPlay, Betano, Betclic, Bwin, Casino Portugal, ESC Online, Evolution, IGT - International Game Tecnology, Omega Systems, Playtech, Pokerstars e a Solverde.pt
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  • A Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online lançou a campanha VAR Mundial, com um Verificador de Apostas Reguladas, para distinguir operadores licenciados de plataformas ilegais durante o Mundial de Futebol de 2026.
  • Os cidadãos podem enviar evidências de promoção de operadores não licenciados através do site da campanha e de uma página de Instagram, que serão verificadas e divulgadas para alertar sobre os canais de jogo ilegal.
  • A iniciativa pretende também alertar para a presença de operadores ilegais em ambientes digitais frequentados por jovens, com conteúdos patrocinados e influenciadores.
  • Um estudo da Aximage, citado pela APAJO, indica que cerca de quarenta por cento dos portugueses que jogam online utilizam operadores não licenciados, sendo que sessenta e um por cento não sabem que estão a usar plataformas ilegais.
  • A APAJO explica que operadores ilegais não estão sujeitos a regras de supervisão, proteção do consumidor, jogo responsável ou verificação de identidade, nem pagam impostos, e podem envolver riscos como apropriação de fundos, roubo de dados e acesso de menores.

A Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online (APAJO) lançou esta quinta-feira a campanha VAR Mundial, um Verificador de Apostas Reguladas para ajudar os consumidores a distinguir operadores licenciados de plataformas ilegais durante o Mundial de Futebol 2026. A iniciativa pretende denunciar o jogo não autorizado nas redes sociais, motores de busca e outros media.

O site da campanha e uma página de Instagram permitem aos utilizadores enviar evidências de promoção de operadores não licenciados. Após validação, as informações são divulgadas online para alertar sobre os canais usados para chegar aos portugueses e expor práticas ilícitas.

A iniciativa também alerta para a presença crescente de operadores ilegais em ambientes digitais frequentados por jovens, através de conteúdos patrocinados e influenciadores. Um estudo da Aximage citado pela APAJO aponta que cerca de 40% dos portugueses que jogam online recorrem a operadores não licenciados, muitas vezes sem saber.

Ricardo Domingues, presidente da APAJO, explica que é importante saber onde surgem estas plataformas e como continuam a ser expostas a utilizadores. A campanha visa, segundo o comunicado, proteger consumidores e oferecer ferramentas para reconhecer riscos subtis.

A APAJO enfatiza que plataformas ilegais não têm regras de supervisão, proteção do consumidor, jogo responsável ou verificação de identidade, nem pagam impostos. Muitos operadores ilegais são montados por entidades obscuras com fins ilícitos.

A Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online é uma entidade sem fins lucrativos que defende o setor. Entre os membros estão BacanaPlay, Betano, Betclic, Bwin, Casino Portugal, ESC Online, Evolution, IGT, Omega Systems, Playtech, Pokerstars e Solverde.pt.

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