- A Fertagus informou que está em condições de assegurar o serviço a 100% no dia da greve geral, mas pode ser afetada pelo impacto da paralisação na gestora da infraestrutura, a Infraestruturas de Portugal, que definiu serviços mínimos de 25%.
- Os sindicatos contestam a garantia, dizendo que nenhuma empresa pode prever com antecedência o adesão dos trabalhadores à greve.
- O Conselho Económico e Social deliberou a implementação de serviços mínimos na ordem dos 25% e a Fertagus indica que os horários serão publicados nos seus meios oficiais.
- O Sindicato Nacional dos Maquinistas afirma que, nesta greve geral, não há forma de saber antecipadamente o nível de adesão, pois depende de cada trabalhador.
- A greve geral está marcada para 3 de junho, com manifestações de diversos setores e potenciais impactos em transportes, educação, saúde e público, entre outros.
A Fertagus afirmou hoje que tem condições de assegurar o serviço a 100% no dia da greve geral, prevista para 3 de junho. A garantia depende, contudo, do impacto da paralisação na gestão da infraestrutura pela IP, já com serviços mínimos definidos em 25%.
A empresa informou que os horários do dia serão disponibilizados no site, destacando que o município de Lisboa e a margem sul ficam conectados pela travessia sobre o Tejo. O contexto é a greve geral que envolve diversos setores e que pode afetar o funcionamento.
Autarquias e trabalhadores de transportes veem o cenário com cautela. Sindicatos afirmam que nenhuma empresa pode garantir 100% da operação, dada a adesão incerta dos trabalhadores. Alega-se que a greve é geral e pode alterar o nível de serviços independentemente da vontade da empresa.
Impacto da greve e posições sindicais
Os sindicatos contestam a possibilidade de previsibilidade da adesão, lembrando que a greve envolve trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, Carris, Transtejo/Soflusa, Fertagus, entre outros. A Fectrans reforça que as adesões são incertas e dependem de decisão individual dos trabalhadores.
A Fertagus, que gere o eixo norte-sul entre Lisboa e Setúbal com 14 estações, assumiu o compromisso de cumprir os serviços mínimos impostos pela IP, mas avisa que o quadro final depende da adesão à greve. O CES deliberou, de forma geral, a implementação de 25% de serviços mínimos.
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