Os aeroportos alemães enfrentam atrasos nos controlos fronteiriços não-Schengen por causa da implementação do novo sistema europeu de entradas e saídas (EES). A situação já é observada em Frankfurt, Berlim e Munique, segundo diversos meios de comunicação.
Os atrasos têm decorrido principalmente de falhas técnicas, adaptação dos sistemas e escassez de pessoal em períodos de maior movimento, o que origina filas mais longas nos pontos de passagem não-Schengen. O EES passa a exigir a fotografia facial e impressões digitais de passageiros não pertencentes à UE.
O sistema substitui os tradicionais carimbos de passaporte por um registo biométrico, com a transição descrita pela imprensa alemã como gradual. O objetivo é reforçar o controlo nas fronteiras externas do espaço Schengen.
Alguns aeroportos já recorrem a quiosques automáticos e a opções de pré-registo biométrico para mitigar os tempos de espera. O Berlin Brandenburg (BER) tem sido citado como um exemplo de implementação nesse sentido.
Fontes especializadas indicam que os constrangimentos são transitórios e relacionados com a integração tecnológica, e não com falhas estruturais de longo prazo. A comparação com Lisboa aponta para percepções distintas entre viajantes frequentes.
Autoridades aeroportuárias reiteram que as medidas são temporárias e visam acelerar o controlo de fronteiras com o novo sistema. A avaliação inicial aponta para melhoria gradual à medida que o EES é consolidado.
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