- A Meta lançou Muse Spark, o primeiro modelo da família Muse, um assistente de IA que funciona integrado nas aplicações da empresa e pode ser usado via a aplicação de IA da Meta ou em meta.ai.
- Mark Zuckerberg descreveu o Spark como “particularmente forte” em áreas como superinteligência pessoal, compreensão visual, saúde, conteúdo social, compras e jogos.
- A Meta partilhou testes que mostram desempenho competitivo do Spark frente a rivais, reconhecendo que ainda há áreas onde é preciso investir para reduzir a distância de desempenho.
- As ações da Meta subiram mais de 7% ao final da tarde, num contexto de subida geral das bolsas.
- A empresa tem investido em IA desde o Verão, incluindo a aquisição de 49% da ScaleAI por 14,3 mil milhões de dólares, com o co-fundador Alexandr Wang a liderar os esforços, e planos de integrar o modelo nos óculos de realidade aumentada.
A Meta lançou Muse Spark, o primeiro modelo da nova família Muse, um assistente digital que funciona integrado com as aplicações da empresa e pode ser utilizado através da aplicação de IA da Meta ou em meta.ai. O lançamento marca o primeiro resultado dos investimentos multimilionários em IA desde o verão passado.
Mark Zuckerberg descreveu o Spark como particularmente forte em áreas como superinteligência pessoal, compreensão visual, saúde, conteúdo social, compras e jogos, num post no Facebook. Em Threads, afirmou que o objetivo é construir produtos que funcionem como agentes que ajudam as pessoas a realizar tarefas.
A Meta apresenta o Muse Spark como um modelo com desempenho competitivo, partilhando testes que, nalguns casos, mostram o Spark à frente de rivais. Admitiu, no entanto, a necessidade de continuar a investir para reduzir a distância face a outras tecnologias emergentes.
As ações da Meta dispararam, subindo mais de 7% ao final do dia, num contexto de subida geral das bolsas. O anúncio reforça a aposta da empresa na IA como eixo estratégico para manter a liderança tecnológica.
O Muse Spark foi treinado com dados recolhidos junto de mais de mil médicos, e a Meta destaca que o modelo pode gerar visualizações interativas que explicam informações de saúde, nutrição e músculos ativados em exercícios. A empresa planeia ainda integrar o modelo nos seus óculos de realidade aumentada para melhorar a perceção do mundo.
Privacidade e próximos passos
Em março, uma investigação na Suécia levantou preocupações de privacidade sobre os óculos de RA, revelando que funcionários de uma empresa subcontratada no Quénia podiam aceder a imagens de utilizadores, incluindo situações sensíveis. A Meta não detalhou implicações específicas desta notícia, mas afirmou manter o foco na proteção de dados e na melhoria de segurança nos seus dispositivos.
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