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Parlamento Europeu propõe banir aplicações de falsas nudez

Parlamento Europeu propõe proibir IA que gera imagens íntimas que se pareçam com pessoas reais sem consentimento, salvo quando há medidas de segurança

Imagem de contexto do artigo Imagens de falsa nudez. Parlamento Europeu quer proibir aplicações
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  • O Parlamento Europeu aprovou, por 569 votos a favor, 45 contra e 23 abstenções, a proibição na União Europeia de IA que manipule imagens sexualmente explícitas ou íntimas que se assemelhem a uma pessoa real sem o seu consentimento.
  • A medida visa proibir os chamados “nudificadores”, com exceção de sistemas de IA que tenham medidas de segurança para impedir a criação dessas imagens.
  • A decisão faz parte da posição do Parlamento sobre a simplificação das regras da IA, com a data de aplicação geral prevista para 2 de agosto de 2026.
  • Foram proposta prorrogações: até 2 de dezembro de 2027 para sistemas de IA de alto risco enumerados no regulamento; e até 2 de agosto de 2028 para sistemas abrangidos pela legislação setorial da UE.
  • Os eurodeputados ainda querem que os fornecedores cumpram, até 2 de novembro de 2026, as regras de marcação de conteúdos criados por IA para indicar a sua origem, e as negociações com o Conselho devem começar para chegar à forma final da lei.

O Parlamento Europeu aprovou a proibição na UE de sistemas de IA que criem ou manipulem imagens sexualmente explícitas ou íntimas que se pareçam com uma pessoa real identificável sem o seu consentimento. A medida ganhou aprovação na minisessão em Bruxelas, com 569 votos a favor, 45 contra e 23 abstenções. A regra entra no âmbito da simplificação das normas sobre IA.

Os eurodeputados defendem a proibição específica dos chamados nudificadores, desde que não haja consentimento. A exceção aplica-se apenas a sistemas de IA com salvaguardas eficazes para evitar a criação dessas imagens pelos utilizadores. A posição do PE aponta ainda avanços para clarificar a aplicação das regras.

Proibição e prazos no quadro da IA na UE

A instituição adianta que a data geral de aplicação do regulamento é 2 de agosto de 2026, data a partir da qual as regras gerais passam a valer. Existem atrasos propostos para 2 de dezembro de 2027, no caso de IA de alto risco enumerada no regulamento, e 2 de agosto de 2028 para sistemas abrangidos por legislação setorial.

Os eurodeputados também defendem que os fornecedores cumpram até 2 de novembro de 2026 as regras de marcação de conteúdos criados por IA, para indicar a sua origem. As negociações com o Conselho devem arrancar para definir a versão final da lei.

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