- A Meta recuou na decisão de encerrar o suporte em realidade virtual para o Horizon Worlds, mantendo o serviço disponível em VR.
- A decisão inicial, anunciada a 17 de março, dizia que o Horizon Worlds deixaria de funcionar com os óculos Quest a partir de 15 de junho.
- O anúncio foi revertido em menos de um dia, após Andrew Bosworth, o diretor tecnológico, dizer numa sessão no Instagram que o Horizon Worlds continuaria em VR.
- A Meta vai manter o Horizon Worlds disponível em VR num futuro próximo, com suporte limitado, sobretudo para utilizadores existentes.
- A aplicação móvel do Horizon Worlds continua a crescer, com 45 milhões de transferências em todo o mundo, entre iOS e Google Play, incluindo 1,5 milhões em 2026.
Meta recua em encerramento do Horizon Worlds em VR após reação dos utilizadores
A empresa informou no dia 17 de março que o Horizon Worlds deixaria de ser compatível com os óculos VR Quest a partir de 15 de junho, mantendo apenas as versões para telemóvel e web. A notícia chegou aos utilizadores via anúncio público.
No entanto, a decisão durou apenas um dia. Durante uma sessão de perguntas e respostas no Instagram, o diretor tecnológico Andrew Bosworth anunciou que o Horizon Worlds manteria o suporte em VR no futuro próximo, embora de forma mais limitada para os utilizadores atuais.
Reversão parcial e novo foco
A Meta afirma que vai manter o Horizon Worlds disponível em VR, com restrições, sobretudo para quem já utiliza os jogos existentes. O objetivo passa a ser o desenvolvimento para telemóvel, onde a empresa vê um público maior.
O Horizon Worlds foi apresentado como peça central da visão de metaverso da Meta. A empresa já investiu fortemente na Reality Labs, da qual faz parte o projeto, com cerca de 73 mil milhões de dólares desde 2021. Ainda assim, o serviço não atingiu o sucesso esperado.
A Meta já reduziu o quadro de colaboradores na Reality Labs, com mais de 1 500 empregos cortados neste ano. Por outro lado, a versão móvel do Horizon Worlds registou aumento de utilizadores, com 45 milhões de transfers globais e 1,5 milhões só em 2026. Bosworth afirmou que o público móvel é maior e que o desenvolvimento para telemóvel dinamiza a equipa.
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