- A Iniciativa Liberal (IL) em Almada acusa a gestão socialista e comunista de ser responsável pela falta de água no concelho, qualificando o colapso do sistema como resultado de décadas de gestão inadequada.
- Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Almada reconhecem um período de grande exigência no abastecimento, devido a temperaturas elevadas e ao aumento da população sazonal.
- Para garantir distribuição justa, os SMAS implementaram uma gestão solidária e rotativa da rede, com redução da pressão entre as 00:00 e as 06:00 para permitir a recuperação das reservas.
- A IL afirma que o aumento sazonal explica parte do problema, mas sustenta que não houve planeamento adequado nem investimentos suficientes ao longo de décadas, resultando em redes envelhecidas e resposta insuficiente.
- A IL também menciona a existência de captações ilegais de água na rede pública e aponta que, caso se confirmem, os SMAS devem agir rapidamente; há ainda uma petição com mais de três mil assinaturas.
A Iniciativa Liberal (IL) de Almada exprimiu, neste domingo, uma166(d) profunda preocupação com os episódios de falta de água no concelho, defendendo que o colapso do sistema resulta de décadas de gestão socialista e comunista e impacto de temperaturas elevadas.
Segundo a IL, os episódios de indisponibilidade têm afetado residentes e empresas, especialmente na atual fase de calor intenso e grande afluxo de turistas. A denuncia chega numa altura em que a população sazonal aumenta o consumo.
Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Almada reconhecem pressão elevada no sistema de abastecimento, atribuída às altas temperaturas e ao aumento populacional sazonal que disparou o consumo de água.
Para proceder a uma distribuição mais equitativa, os SMAS anunciaram uma gestão solidária e rotativa da rede, incluindo uma redução da pressão entre a meia-noite e as 6h para facilitar a recuperação de reservas.
Críticas e próximos passos
A IL aponta que o agravamento sazonal já era previsto, sugerindo falta de planeamento e de investimentos estruturais ao longo de mais de quatro décadas de governação do PS e PCP, que geriram o município.
A estrutura afirma ainda que redes envelhecidas e resposta insuficiente têm pesado sobre cidadãos, empresas e famílias, especialmente durante a época balnear de Almada.
A entidade aponta também para alegadas captações ilegais de água na rede pública, pedindo aos SMAS intervenção rápida, caso as situações se confirmem.
A IL acusa o atual modelo de gestão de ser o principal problema, defendendo maior prioridade a planeamento, transparência e responsabilidade na gestão de serviços públicos essenciais.
Os moradores têm reagido com uma petição que já angaria mais de três mil assinaturas, exigindo medidas urgentes para reduzir os impactos da falta de água no concelho.
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