- O Vaticano reiterou que a homilia na missa continua reservada a sacerdote ou diácono, recusando que mulheres ou leigos a proferiram.
- A decisão foi tornada pública a 23 de junho, após a Conferência Episcopal Alemã ter solicitado autorização para que leigos e mulheres preguem durante as celebrações.
- O Dicastério para o Culto Divino afirma que a homilia é parte integrante da Liturgia da Palavra, ligada à proclamação do Evangelho e ao múnus docendi dos ministros ordenados.
- Explica que, na missa, o sacerdote atua “in persona Christi” e que Deus age através do ministro durante o culto.
- A nota ressalva que pregações e sermões fora da missa não entram nesta decisão, lembrando que já existem formas de proclamação da Palavra confiadas a leigos.
O Vaticano rejeitou a possibilidade de homilias proferidas por mulheres ou por leigos durante a missa. A decisão foi reiterada na terça-feira, 23 de junho, pelo Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.
Segundo o comunicado, a disciplina vigente não pode ser flexibilizada. A homilia continua reservada a sacerdote ou diácono, pois é considerada parte essencial da Liturgia da Palavra e do múnus docendi dos ministros ordenados.
A decisão surgiu após um pedido da Conferência Episcopal Alemã, apresentado em março. O texto alegava que outras pessoas devidamente preparadas também poderiam proferir a pregação.
O Dicastério sustenta que a homilia é uma porção intrínseca da Liturgia da Palavra. O autocontido explica que, na missa, o sacerdote atua in persona Christi, com Deus a agir através dele no culto.
A nota acrescenta que homilias fora da missa não estão abrangidas pela decisão. Existem outras formas de proclamação da Palavra que podem ser confiadas a leigos, fora da Eucaristia, conforme o direito canónico.
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