- Mais de cinquenta pessoas, entre professores, pais e alunos, realizaram um protesto em frente ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, em Lisboa.
- O objetivo é exigir uma atualização das verbas atribuídas aos colégios de ensino especial.
- Durante a manifestação, foram exibidas palavras de ordem como “Educação especial é direito, não é caridade” e “apoio financeiro hoje é autonomia e inclusão amanhã”.
- Os colégios temem não conseguir abrir no próximo ano letivo se o financiamento não for adequado.
- Os manifestantes protestaram ao ritmo de apitos e buzinas para chamar a atenção para a situação.
Mais de 50 docentes, pais e alunos reuniram-se esta manhã em frente ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), em Lisboa. O objetivo é exigir a atualização das verbas destinadas aos colégios de ensino especial.
Os participantes destacaram que a educação especial é um direito e não uma caridade. Segundo eles, sem apoio financeiro não há condições de cumprir plenamente as necessidades de inclusão dos alunos.
Os colégios mencionados acolhem crianças e adolescentes encaminhadas pelo Estado por não encontrarem resposta adequada na escola pública. O protesto ocorreu ao ritmo de apitos e buzinas.
Situação financeira e impacto
A mobilização foca-se na necessidade de financiamento atualizável para manter o funcionamento dos colégios no próximo ano letivo. Os manifestantes afirmam que o atraso ou a insuficiência de verbas pode comprometer a abertura das turmas.
Fontes ligadas aos colégios indicam que o financiamento é crucial para contratar recursos humanos especializados, adaptar os espaços e assegurar percursos educativos adequados. O MECI não foi alvo de declarações oficiais durante a manifestação.
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