- Operação de resgate de mais de 300 cães, dirigida pelo Instituto da Ração Animal (IRA) com o apoio da GNR, começou na terça-feira e ainda não tem data de conclusão.
- Inicialmente apontados 250 animais, foram encontrados cães adicionais numa outra divisão da habitação, elevando o total para mais de 300.
- Os animais estavam fechados em gaiolas, rodeados de fezes e urina, em condições que denunciam maus-tratos.
- O caso envolve uma forma de “fábrica de animais” para venda, com cães de porte pequeno de raças muito procuradas; prática existente desde 2018, conforme anúncios dessa época.
- O IRA pede ajuda a quem possa acolher os cães ou fazer doações para cobrir cuidados veterinários e alimentação, dada a insuficiência de espaço nas instalações.
Continua a operação de resgate de mais de 300 cães em Amarante, iniciada na terça-feira pela instituição IRA, com o apoio da GNR, após denúncia de maus-tratos. A operação, que decorre ainda hoje, não tem data prevista de conclusão.
Inicialmente, o IRA anunciou 250 animais, mas confirmou depois encontrar mais cães noutra divisão da habitação, elevando o total para além de 300. A contagem exata ainda não foi finalizada.
Os cães estavam fechados em gaiolas, rodeados de fezes e urina, em condições que motivaram a intervenção. O caso já foi descrito pela polícia como uma situação grave de maus-tratos.
Situação atual e pedidos de apoio
O IRA solicita ajuda de quem possa acolher os cães, lembrando a falta de espaço nas suas instalações. Quem não possa adotar pode contribuir financeiramente para cuidados veterinários e alimentação.
Segundo as autoridades, o espaço era utilizado como uma espécie de fábrica de animais para venda. O esquema, com cães de porte pequeno e raças valorizadas online, pode remontar a 2018. O resgate prossegue.
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