- O Livro de Reclamações Electrónico registou 2.164 ocorrências sobre táxis e TVDE em 2025, mais 25% que em 2024, sendo a facturação o principal motivo.
- Em 2026, entre 1 de janeiro e 15 de junho, já foram apresentadas 1.118 reclamações, mantendo a tendência de crescimento.
- Em 2026, os principais motivos foram facturação (258), cumprimento defeituoso ou não conformidade (173), atendimento (172) e pagamentos (137).
- Em 2025, os principais motivos foram faturação (574), pagamentos (333), cumprimento defeituoso (313) e atendimento (303).
- A Direção-Geral do Consumidor recorda a importância de verificar previamente as condições do serviço e, em caso de conflito, recorrer ao Livro de Reclamações, às Entidades de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo ou à Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT).
Mais de duas mil queixas sobre táxis e TVDE foram registadas no Livro de Reclamações Electrónico em 2025, num aumento de 25% face a 2024. A facturação lidera as queixas, segundo a Direção-Geral do Consumidor (DGC). O balanço foi divulgado neste sábado.
No total, foram registadas 2164 ocorrências no setor de táxis e TVDE. Entre 1 de janeiro e 15 de junho de 2026, já foram apresentadas 1118 reclamações, mantendo a tendência de crescimento, aponta a DGC.
Em 2026, os principais motivos são facturação (258), cumprimento defeituoso (173), atendimento (172) e pagamentos (137), segundo a DGC. Em 2025, a facturação somou 574 reclamações, seguida de pagamentos (333) e atendimento (303).
Principal motivo de queixas e evolução
Em 2025, as queixas por facturação ascenderam a 574, com pagamentos a registar 333, cumprimento defeituoso 313 e atendimento 303. Em 2024, a facturação também foi o foco principal, com 484 ocorrências.
Guia de atuação e contactos úteis
A DGC lembra que consumidores devem verificar condições do serviço previamente, incluindo preços, meios de pagamento e termos da prestação. Em caso de conflito, use o Livro de Reclamações, preferencialmente eletrónico.
Audiências de resolução podem ocorrer via Entidades de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo, para mediação e conciliação a custos reduzidos. Também é possível apresentar denúncia à AMT, órgão fiscalizador.
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