- O governo grego confirma a criação de um centro fechado temporário para migrantes em Heraclião, Creta, devido aos fluxos migratórios da Líbia.
- O espaço escolhido é o complexo dos antigos armazéns Skouloudis, ao quilómetro 10 da estrada nacional Heraclião–Moiron, para acolhimento e gestão dos fluxos.
- O ministro das Migrações, Thanos Plevris, informou o governador de Creta, Stavros Arnaoutakis, e o presidente da câmara de Heraclião, Alexis Kalokairinos, sobre a decisão.
- Equipas do ministério já realizaram vistoria e contactam o proprietário para intervenções técnicas, com objetivo de funcionar durante o mês de julho.
- O centro funcionará como estrutura temporária fechada, sem encargos para a comunidade local, substituindo o espaço em Psigio e mantendo sem custos semelhante ao modelo do centro de exposições de Agia, em Chania.
Ao governo grego, o fluxo de migrantes vindo da Líbia para Gavdos e Creta tem estado fora de controlo há várias semanas, com chegadas diárias de centenas de migrantes. A solução passa pela criação de uma estrutura fechada para acolhimento e gestão das entradas.
O ministro das Migrações e do Asilo, Thanos Plevris, informou o governo regional de Creta e a câmara de Heraclião sobre a intervenção. Foi escolhido o complexo dos antigos armazéns Skouloudis, a 10 km da estrada Heraclião–Moiron, como espaço temporário de acolhimento.
Equipes do ministério já realizaram vistoria ao local e contactaram o proprietário para as intervenções técnicas. O objetivo é que o espaço entre em funcionamento durante o mês de julho.
Este centro funcionará como estrutura temporária fechada, sem encargos para a comunidade local, segundo o ministério. A medida surge após meses de diálogo com autoridades locais, quando o espaço de Psigio foi considerado inadequado para o pico do verão.
Localização e gestão do fluxo
A decisão baseia-se na necessidade de gerir o aumento de entradas migratórias no verão. A escolha recaiu sobre o complexo de Skouloudis, em Heraclião, para evitar sobrecarga nos recursos locais.
O modelo de funcionamento segue o exemplo do centro de Agia, em Chania, que já opera como estrutura temporária de gestão de fluxos. O ministério pretende manter a capacidade de resposta enquanto se buscam soluções a longo prazo.
As autoridades locais mantêm o acompanhamento dos trabalhos e da implementação do espaço, com coordenação entre o ministério, o governo regional e a Câmara de Heraclião. A data de abertura dependerá dos resultados das intervenções técnicas.
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