- A ponte móvel de Leixões fecha ao trânsito durante três meses, a partir de segunda-feira, para obras de manutenção e reabilitação, com encerramento total para veículos e peões.
- Os automobilistas devem usar a ponte da A28; os peões, ciclistas e utilizadores de trotinetas têm transporte gratuito em autocarro entre as margens.
- O serviço de autocarro funciona entre as 07h e as 22h com frequência de 15 minutos, e entre as 22h e as 07h com frequência de 20 minutos, com paragens em Matosinhos e Leça da Palmeira.
- Os trabalhos principais incluem montagem de andaimes, desmontagem de elementos secundários, remoção de peças degradadas, tratamento anticorrosivo e montagem de novos elementos metálicos com proteção reforçada.
- A APDL destaca que a intervenção visa melhorar a travessia para a comunidade e solicita compreensão face aos transtornos.
A ponte móvel de Leixões, que liga Leça da Palmeira a Matosinhos, vai fechar ao trânsito durante três meses, a partir de segunda-feira, para obras de manutenção e reabilitação. O encerramento é total, abrangendo carros e peões.
Os automobilistas deverão utilizar a ponte da A28 como alternativa. A circulação rodoviária fica assim interrompida em ambas as margens durante todo o período de obras.
Para os peões, ciclistas e utilizadores de trotinetas, a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) disponibiliza transporte gratuito em autocarro entre as margens.
Serviço de transporte durante a interrupção
O circuito de autocarros funciona em horário diurno, com chegada a cada 15 minutos entre as 7h e as 22h. No período entre as 22h e as 7h, a frequência é de 20 minutos.
As paragens situam-se em Matosinhos, no acesso nascente à ponte, na antiga Rua Cardeal D. Américo, e em Leça da Palmeira, junto à saída da travessia, no Largo Dona Adelina Pinto de Oliveira.
Os principais trabalhos na ponte, conforme o site da APDL, incluem montagem de andaimes, desmontagem de elementos secundários, remoção de peças degradadas, tratamento anticorrosivo da estrutura e substituição de componentes metálicos com proteção reforçada.
A APDL afirma que a intervenção é necessária para melhorar a fiabilidade da travessia e atender às necessidades da comunidade que utiliza a ponte diariamente, pedindo compreensão aos moradores durante o período de obras.
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