- Ricardo Pimenta, com 47 anos, é um dos pastores mais novos da Serra da Estrela.
- Aos três anos chorava quando o pai não o levava para o pasto.
- A cinco anos já sabia de cor o nome de 120 ovelhas.
- O pai chegava a apostar com pessoas: se ele errasse o nome, oferecia a ovelha a quem apostava.
- O pastoreio enfrenta um futuro incerto, com cada vez menos jovens a escolherem esta atividade como forma de vida.
Ricardo Pimenta, pastor na Serra da Estrela, mantém-se ativo na pastorícia, uma atividade que está a enfrentar o desafio de atrair jovens. A vida no campo tem sido o seu percurso principal, marcado por uma ligação antiga aos animais.
Quando era criança, Ricardo chorava aos 3 anos se o pai não o levava ao pasto. Aos 5 anos, já sabia o nome de 120 ovelhas de cor, uma capacidade que moldou o início da sua relação com o rebanho.
Contemporâneo, aos 47 anos, é considerado um dos pastores mais jovens da região. A atividade permanece estável, mas a profissão enfrenta uma tendência de abandono entre os jovens que o mercado rural de pastoreio demonstra.
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