- As câmaras municipais já cancelaram 10.324 estabelecimentos de alojamento local no âmbito da limpeza de registos inativos.
- Lisboa foi a primeira a encerrar mais de 4.000 alojamentos, seguindo-se Porto, Lagoa e Lagos.
- O processo, que começou em 2022, visa eliminar estabelecimentos que não funcionam ou que não fizeram prova de vida obrigatória.
- O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) afirma que a medida aumenta a legalidade e a transparência do setor, protegendo hóspedes e proprietários.
- A ANMP vai continuar a acompanhar o processo e a apoiar as câmaras na sua implementação.
O processo de limpeza de registos de alojamento local já cancelou 10.324 estabelecimentos em Portugal, segundo a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP). As licenças consideradas “fantasma” são de alojamentos que não funcionam ou não fizeram prova de vida obrigatória.
Lisboa foi a cidade com mais cancelamentos, ultrapassando as 4.000 unidades. Seguem-se Porto, Lagoa e Lagos, que já concluíram a limpeza das licenças.
O projeto, lançado em 2022, visa eliminar registos inativos e assegurar maior legalidade e transparência no setor, protegendo hóspedes e proprietários.
Orlando Almeida, presidente da ANMP, destacou a importância do processo e afirmou que a ANMP vai acompanhar a evolução e apoiar as câmaras municipais na implementação.
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