Dois estudos norte-americanos associam o uso de smartphones à queda das taxas de fertilidade. A análise, publicada pela National Bureau of Economic Research, aponta que a diminuição persiste desde 2007 e não é facilmente explicada por condições económicas ou custos de educação infantil.
Os investigadores sugerem que o lançamento do iPhone, em 2007, tenha contribuído para a redução. Ao comparar áreas com e sem cobertura da AT&T, constataram melhor queda entre mulheres jovens, entre 15 e 24 anos, e maior redução de nascimentos não planeados.
Detalhes dos estudos
Um estudo da Universidade de Middlebury analisa a relação entre penetração de smartphones nos EUA e a queda da fertilidade. Os autores defendem que a menor interação social e o menor tempo de atividade sexual contribuiriam para o fenômeno.
Outro estudo, da Universidade de Cincinnati, utiliza dados do Banco Mundial sobre 128 países. Observa que a queda acelerou com a adoção generalizada de smartphones, em contexto de variados ambientes socioculturais.
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