- Lisboa emparedou 1.261 casas destinadas à demolição para evitar ocupações e pilhagens, nos bairros da Boavista, Cruz Vermelha e Padre Cruz.
- A intervenção é da Gebalis, empresa que gere os bairros municipais da cidade.
- Em quatro anos, a Gebalis gastou cerca de 200 mil euros com o emparedamento de fogos devolutos.
- As ações, iniciadas em 2022, concentram-se nos bairros mencionados.
- A justificação das medidas é assegurar a proteção de fogos devolutos e salvaguardar o património municipal.
Lisboa emparedou 1261 fogos destinados à demolição para evitar ocupações e pilhagens no âmbito de operações de regeneração urbana. A medida visa manter a ordem e proteger imóveis municipais durante o processo.
A Gebalis, empresa que gere os bairros camarários, afirma que a proteção de fogos devolutos é necessária para salvaguardar o património municipal. A atuação ocorre nos bairros da Boavista, Cruz Vermelha e Padre Cruz.
Nos últimos quatro anos, o investimento rondou os 200 mil euros. As ações centram-se em impedir ocupações e furtos, assegurando a continuidade dos projectos de regeneração urbana nos locais mencionados.
Regeneração urbana
Desde 2022, têm sido emparedados fogos com destino à demolição, como parte das intervenções urbanas previstas para os bairros mencionados, segundo a gestão da Gebalis.
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