Aos 89 anos, Anastácia Nascimento cuida da filha Dulce, de 50, que tem trissomia 21. Ambas convivem com mobilidade reduzida e dificuldade em deslocar-se para usar a casa de banho. A reforma da casa foi classificada de pouco convincente pela família.
A dupla não dispõe de recursos para construir uma casa de banho adaptada. A idosa afirma que Dulce não pode sair de casa, e que também não há capacidade financeira para melhorar as condições de vida.
A entrevista à CMTV expõe uma realidade de carência e de barreiras de acessibilidade, que afetam a saúde e o bem-estar de Dulce e de Anastácia. Sem apoios, a situação mantém-se estável, com a família a tentar assegurar o básico.
A história aponta para a necessidade de apoio social e políticas públicas que garantam dignidade a pessoas com mobilidade reduzida e doenças que exigem cuidados especiais, como Dulce.
Contexto de apoio social
As dificuldades destacam a urgência de respostas estruturais, incluindo habitação adaptada e apoios permanentes para familiares cuidadores, conforme denúncias da entrevista.
A situação revela ainda o impacto de limitações financeiras na autonomia diária. O objetivo é que recebam condições que permitam maior independência e conforto, com intervenções adequadas.
Entre na conversa da comunidade