- A obra da linha de alta velocidade em Avanca, Estarreja, vai destruir 17 casas e obrigar a deslocalizar duas empresas.
- As expropriações vão começar e as obras arrancam em agosto.
- Moradoras Bruna Pereira e Marisa Ribeiro acompanham a situação há três anos.
- O projeto é visto como forma de acelerar a ferrovia no país.
- A população local preocupa-se com o impacto económico e social da intervenção.
O projeto da linha de alta velocidade em Avanca, Estarreja, vai demolir 17 habitações e obrigar à desalocação de duas empresas. Expropriações vão começar e as obras devem arrancar em agosto, segundo as informações oficiais.
As moradoras Bruna Pereira e a mãe, Marisa Ribeiro, acompanham há anos a construção da infraestrutura. A família teme perder a casa onde vive há mais de vinte anos, após reformas recentes e planos de melhoria na habitação.
A exposição da linha implica impacto direto na comunidade local, com indicação de que as expropriações serão o passo seguinte, seguido do início das obras em agosto no território de Avanca.
O caso envolve moradores e empresas afetadas, que deverão abandonar bens e local de atividade. A decisão insere-se no contexto nacional de acelerar a rede ferroviária de alta velocidade.
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