- Em Gaia, no bairro do Cedro, uma empresa de investimentos imobiliários comprou 13 casas por mais de 1 milhão de euros.
- A firma avança com despejos e nove famílias terão de abandonar as habitações até julho.
- Estima-se que cerca de 25 pessoas ficarão afetadas, entre crianças com deficiência e idosos.
- As famílias dizem que não têm recursos suficientes para encontrar novas habitações rapidamente.
- A operação ocorreu no início deste ano, com a intenção de prosseguir com os despejos até ao final de julho.
Nove famílias de Gaia estão obrigadas a abandonar as habitações até julho, no âmbito de despejos promovidos por uma empresa de investimentos imobiliários. A decisão envolve 13 casas situadas no bairro do Cedro, adquiridas no início do ano, num negócio que superou o milhão de euros.
Os despejos afetam cerca de 25 pessoas, entre crianças com deficiência e idosos, todos com recursos económicos limitados. A operação está a avançar após a compra das casas por parte dos investidores, de acordo com informações disponíveis.
A situação levanta preocupações entre moradores locais e famílias afetadas, que relatam dificuldades para encontrar alternativas habitacionais. Não foram divulgadas, até ao momento, declarações oficiais que expliquem, de forma detalhada, os motivos económicos ou legais subjacentes às ações.
As autoridades não confirmaram detalhes adicionais sobre prazos, contactos com os inquilinos ou medidas de apoio que possam ser disponibilizadas às famílias afetadas. A situação permanece em avaliação pelos logements e serviços sociais competentes.
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