- A 27.ª Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa realiza-se no sábado, 6 de junho, com o lema “Nem Silêncio, Nem Medo: Existimos e Resistimos”, alertando para o risco de retrocessos nos direitos.
- A marcha parte às 16h30 do Marquês de Pombal e segue até ao Terreiro do Paço, mantendo o foco na expressão política e na visibilidade da comunidade LGBTI+.
- Em comunicado, a organização afirma que a conjuntura política atual coloca pessoas LGBTQIA+, especialmente as trans e de género diverso, em perigo, com sinais de retrocessos de direitos.
- No final, no Terreiro do Paço, será lido o Manifesto reivindicativo de 2026, com discursos das associações e intervenções artísticas.
- A Marcha do Orgulho de Lisboa é descrita como a maior manifestação LGBTQI+ em Portugal; em 2024 e 2025 reuniu mais de 50 mil pessoas, com 17 associações e coletivos a participar.
A 27. Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa sai à rua no sábado, 6 de Junho, com o lema Nem Silêncio, Nem Medo: Existimos e Resistimos. O evento alerta para o risco de retrocessos de direitos e aponta para a nova conjuntura política que pode colocar pessoas e famílias LGBTQI+ em perigo.
A Comissão Organizadora sublinha que a marcha é um marco político, comunitário e social, dedicado a dar visibilidade à diversidade e a reafirmar a luta por direitos. O foco recai especialmente sobre pessoas trans e de género diverso, que têm enfrentado ataques e tentativas de reversão de direitos adquiridos.
Segundo a organização, Lisboa não terá este ano o Arraial Pride em Junho, o que aumenta a importância da manifestação. A MOL mantém o trajeto marcado de 16h30, do Marquês de Pombal ao Terreiro do Paço, como espaço de expressão de orgulho e reivindicação.
Participação e Contexto
A Marcha do Orgulho de Lisboa (MOL) afirma-se como a maior manifestação LGBTQI+ anual em Portugal. Em 2024 e 2025, o evento reuniu mais de 50 mil pessoas na Avenida da Liberdade, e a Comissão Organizadora espera uma participação ainda superior em 2026.
Cerca de 17 associações e colectivos com intervenção política na área LGBTI+, feminista e anti-racista participam de forma voluntária. O objetivo é trazer visibilidade à comunidade e consolidar a luta pelos direitos, com intervenções no final da marcha no Terreiro do Paço.
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