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Coimbra quer Rua da Sofia pedonal, sem trânsito e com ciclovia

Autarquia de Coimbra propõe Rua da Sofia pedonal, com ciclovia e integração do metrobus, destacando o Património Mundial da UNESCO

Rua da Sofia tem o Palácio da Justiça, comércio, serviços, habitações e fica junto à Câmara
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  • A Câmara de Coimbra propõe transformar a Rua da Sofia para circulação pedonal, sem trânsito rodoviário, com ciclovia e integração do metrobus.
  • A proposta foi apresentada pela presidente Ana Abrunhosa durante a sessão pública “Sofia em transformação”.
  • O encontro reuniu cerca de duzentas pessoas no Colégio da Graça.
  • A Rua da Sofia fica numa zona classificada pela UNESCO como Património Mundial.
  • A medida pretende privilegiar a mobilidade pedonal e o acesso ao transporte público na área central.

A Rua da Sofia, uma das vias centrais de Coimbra, deverá perder a circulação rodoviária e passar a privilegiar a mobilidade pedonal, com a integração de uma linha de metrobus. A medida visa transformar a via em espaço dedicado a peões e transportes públicos, reduzindo o tráfego de automóveis.

A proposta foi apresentada pela presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, durante a sessão pública Sofia em transformação. O encontro reuniu cerca de 200 pessoas no Colégio da Graça para debater o futuro da via, que fica numa área classificada pela UNESCO como Património Mundial.

Segundo o município, a Rua da Sofia acolhe o Palácio da Justiça, além de comércio, serviços e habitações, estando situada junto à Câmara Municipal. A ideia é adaptar o traçado para melhorar acessibilidade e qualidade de vida na zona central da cidade.

A medida pretende ainda facilitar a integração de o metrobus, um sistema de transporte público que pode ligar Cooperações urbanas de forma mais ágil. Autores da proposta destacam a preservação do património e a melhoria dos acessos ao centro histórico.

A conversa com a comunidade deve continuar, com a verificação de impactos para residentes, comerciantes e utilizadores de transportes. O objetivo é consolidar um modelo de mobilidade mais sustentável sem comprometer a circulação de pessoas no conjunto patrimonial.

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