- O governo afirmou que hoje foi um dia de trabalho para a esmagadora maioria dos portugueses, apesar de ter havido greve para alguns.
- O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, falou ao lado da ministra responsável pelo Trabalho.
- Condenou comportamentos que ultrapassaram os limites da greve, causando desacatos e a afronta à ordem pública e à autoridade das forças de segurança.
- Garantiu que estes incidentes foram de “alguns” e não representam a maioria nem o movimento organizador da manifestação.
- Destacou a prontidão das forças de segurança e mencionou a participação de Portugal na eleição para o Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O Governo lamentou hoje os comportamentos condenáveis ocorridos durante a greve geral. O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, falou ao lado da ministra do Trabalho e refirmou que Portugal teve um dia de trabalho para a esmagadora maioria, mesmo com alguns que aderiram à greve.
Leitão Amaro afirmou que houve quem ultrapassasse limites, provocando desacatos e ofensivas à ordem pública. O governante explicou que esses acontecimentos não representam a maioria dos manifestantes nem o movimento ligado aos organizadores da greve.
O ministro destacou a prontidão das forças de segurança e disse que a atuação dos agentes tem orgulho para o país. Reiterou que o dia manteve o direito à greve, dentro dos limites estabelecidos pela democracia.
Contexto da greve
Além disso, o governante referiu a eleição de Portugal para o Conselho de Segurança das Nações Unidas como parte do dia de trabalho. Enfatizou que o país continua empenhado em atividades internacionais, sem negar a importância do protesto social.
Fontes oficiais indicam que as informações sobre incidentes são ainda subjectas a verificação.
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