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Cálice litúrgico do século XVI devolvido pelos CTT à ilha de Santa Maria

Cálice litúrgico do século XVI devolvido à paróquia de Vila do Porto após envio anónimo por correio; volta ao culto no Dia de Corpo de Deus e ficará em cofre

Cálices do Papa
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O cálice litúrgico do século XVI desapareceu na ilha de Santa Maria, Açores, em agosto de 2025, quando se preparavam as festividades de Nossa Senhora da Assunção. A peça foi dada como ausente da sacristia da igreja da Matriz de Vila do Porto.

A recuperação chegou através dos CTT, após envio anónimo por correio. A Polícia de Segurança Pública de Vila do Porto conduziu a operação de localização, com apoio da Polícia Judiciária. O objeto foi devolvido à paróquia.

O padroeiro da paróquia, Carlos Espírito Santo, explicou que a encomenda não tinha remetente visível e era apenas dirigida ao templo, com a morada da Junta de Freguesia. A origem apontada foi um posto de correio continental.

O que aconteceu e quem esteve envolvido

A PSP de Vila do Porto recuperou o cálice, que estava avaliado entre cinco e seis mil euros. A peça é descrita como de prata dourada, com quatro pêndulos e pedras na base. O caso foi encerrado por falta de provas.

Quando, onde e porquê

O desaparecimento ocorreu antes da festa de 15 de agosto, data associada à Nossa Senhora da Assunção. A peça era utilizada em cerimónias especiais e foi encontrada antes da celebração do Dia do Corpo de Deus.

Perspetivas e desdobramentos

O pároco admite tratar-se de um mistério antigo, dado que não houve arrombamento na sacristia. Uma possível explicação aponta para o continente, onde alguém pode ter visto a divulgação do caso e decidido devolver a peça.

Caminho seguinte para a paróquia

Após a recuperação, o cálice ficará guardado em cofre ao longo do ano. Vai ser novamente utilizado no Dia do Corpo de Deus antes de permanecer guardado, segundo o registo da paróquia da Matriz de Vila do Porto.

Considerações finais

A paróquia informou os paroquianos através das redes sociais sobre o reaparecimento. A notícia foi confirmada pela Lusa, referindo que as autoridades encerraram o caso por falta de evidências.

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