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Famílias da região Oeste ainda sem casa quatro meses após tempestades

Quatro meses depois das tempestades, famílias do Oeste ainda desalojadas vivem com familiares ou em habitações públicas, enquanto há promessas de apoios e obras

Estrada cortada
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  • Quatro meses depois das tempestades, várias famílias da região Oeste continuam a viver com familiares ou em habitações municipais, sem casa própria.
  • Em Lourinhã, no Casal Lourim, o abatimento da estrada nacional oito-duas deixou moradores fora de casa e realojados junto de familiares.
  • No Lapão, Arruda dos Vinhos, a casa da família de Dina Silva continua a ceder; a peritagem do seguro concluiu que não há obras possíveis e a indemnização depende do processo.
  • A Câmara de Lisboa e Vale do Tejo já pagou cerca de 400 mil euros a particulares que enviaram candidaturas de apoio à reabilitação, com várias candidaturas aprovadas nos concelhos da região.
  • Em Torres Vedras, na Encosta do Castelo, quatro famílias permanecem desalojadas; o município já adquiriu as habitações por 536 mil euros para expropriação e está a procurar soluções de habitação.

Várias famílias da região Oeste continuam sem casa quatro meses após o mau tempo danificar habitações. Em alguns casos, as famílias vivem com familiares ou em casas municipais como forma de realojamento temporário.

No Lapão, Arruda dos Vinhos, a casa da família de Dina Silva continua a ceder, com deterioração progressive. A peritagem do seguro concluiu que não há obras possíveis, e o caso aguarda indemnização da seguradora.

No entanto, a autarquia tem em andamento várias ações: o município já pagou 400 mil euros em apoios a particulares, e há candidaturas a reabilitação de habitação própria permanente. O foco principal tem sido reconstrução de vias e estabilidade de áreas críticas.

Lapão e Arruda dos Vinhos

A família de Dina Silva reside com familiares, sem obras de reparação. O Lab de Engenharia avaliou as habitações, remetendo o caso aos seguros. Enquanto isso, o concelho contraiu um empréstimo de 3,8 milhões para reabilitar estradas.

Alenquer e Sobral de Monte Agraço

Em Alenquer, houve casos de munícipes afetados que continuam a coabitar com familiares, com 118 candidaturas a apoios apresentadas e 113 mil euros pagos. Em Sobral de Monte Agraço, 50 candidaturas apresentadas, 31 aprovadas, 207 mil euros pagos.

Torres Vedras e Peniche

Em Torres Vedras, na Encosta do Castelo, quatro famílias estão desalojadas. A câmara informou já ter adquirido as habitações por 536 mil euros para expropriação, com procura de uma casa pronta para acolhê-las.

Cadaval, Peniche e Bombarral

No Cadaval, seis pessoas permanecem desalojadas e alojadas temporariamente. No Peniche foram apresentadas 52 candidaturas a apoios públicos, com 47 mil euros pagos; no Bombarral, 48 candidaturas, 313 mil euros aprovados, cerca de 14 mil euros pagos até ao momento.

Lourinhã

Em Lourinhã, o abatimento da estrada nacional 8-2 mantém moradores do Casal Lourim fora de casa, com realojamento em casa de familiares. Até final de abril, 80 candidaturas foram apresentadas, 7 deferidas, com cerca de 22 mil euros pagos.

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