Milhões de fiéis muçulmanos participaram, no 26 de maio, na fase mais solene da Hajj de 2026, reunindo-se em branco no Monte Arafat, perto de Meca, e a circular a pé em redor da Kaaba, na Grande Mesquita de Meca. O dia marcou o auge espiritual da peregrinação.
No Monte Arafat, os fiéis, vestidos com Túnicas Brancas, alinharam-se em oração na colina e na planície circundante, conforme a tradição islâmica, que identifica aquele local com o sermão proferido pelo profeta Maomé.
Em Meca, houve a assistência massiva ao ritual de Tawaf, com os peregrinos a contornarem a Kaaba sete vezes em sentido contrário aos ponteiros do relógio, dentro do vasto complexo da mesquita. Imagens aéreas mostraram fluxos contínuos.
As autoridades sauditas destacaram amplas operações de segurança, bem como serviços médicos e de emergência, para gerir as multidões e assegurar a proteção dos peregrinos durante a concentração.
O país investiu, nos últimos anos, milhares de milhões de euros na expansão de redes de transporte, arrefecimento e gestão de multidões, com o objetivo de acomodar o incremento anual de participantes no Hajj.
A peregrinação terminará com celebrações associadas ao Eid al-Adha e ao ritual de apedrejamento em Mina, que relembra a disposição de Ibrahim para sacrificar o filho em obediência a Deus.
Contexto e desdobramentos
As autoridades destacam a melhoria de infraestruturas para acomodar mais peregrinos, mantendo padrões de segurança e serviço médico. O Hajj de 2026 envolve milhões de fiéis vindos de várias regiões.
A organização do evento envolve operações coordenadas entre serviços de segurança, saúde e logística, com foco na gestão de multidões e no apoio aos participantes. A cobertura pública enfatiza a prática religiosa e a segurança.
O Eid al-Adha encerra as celebrações com rituais que simbolizam fé, sacrifício e obediência religiosa, encerrando uma semana de atividades espirituais e de peregrinação para muitos muçulmanos.
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