- Um tigre chamado Sandokan fugiu de um recinto privado em Schkeuditz, perto de Leipzig, na Alemanha, após atacar e ferir gravemente um tratador de 72 anos no domingo, 17 de maio.
- Moradores alertaram as autoridades, que abatam o animal cerca de 30 minutos depois da fuga para evitar perigo para o público.
- A responsável é Carmen Zander, conhecida como “rainha dos tigres”; foi aberto um inquérito contra ela por suspeitas de falhas nos protocolos de segurança.
- O tratador ferido continua no hospital com arranhões e mordidas graves; não havia veterinário nem arma de choque disponíveis no momento.
- Organizações de proteção animal criticaram as condições do recinto; as autoridades afirmam que vão melhorar as condições e exigir cumprimento das normas; a PETA pediu o apreensão dos restantes felinos.
Um tigre escapou de um recinto privado em Schkeuditz, perto de Leipzig, na Alemanha, no domingo, 17 de maio, atacando e ferindo gravemente um tratador de 72 anos. A polícia abateu o animal cerca de 30 minutos depois da fuga, para evitar perigo para a população.
Segundo a polícia, o tratador tinha permissão para estar no recinto no momento do incidente e permanece hospitalizado com arranhões e feridas graves. Moradores alertaram as autoridades assim que o tigre fugiu, levando a uma operação de captura que terminou com a morte do animal.
O que aconteceu e quem está envolvido
O tigre, chamado Sandokan, pertence a Carmen Zander, conhecida como a rainha dos tigres e antiga domadora de circo. A polícia informou que não houve veterinário nem arma de choque disponíveis no momento da fuga, o que levou à adoção de meios letais.
Investigação e críticas
O Ministério Público regional abriu um inquérito contra Zander, por suspeitas de falhas nos protocolos de segurança. A ligação entre as condições do recinto e a fuga está a ser analisada pelas autoridades.
Reações e contexto
A Associação Alemã de Proteção Animal pediu leis mais rígidas para a posse de animais selvagens. A PETA criticou as condições do recinto e sugeriu o confisco dos restantes felinos. Zander sustenta que o recinto era mais hospitaleiro do que outros espaços de cativeiro.
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