- O Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) anunciou que aderirá à greve geral de três de junho contra a reforma laboral, servindo os trabalhadores da CP (Comboios de Portugal, EPE).
- O pré-aviso de greve prevê a paralisação de todos os trabalhadores ferroviários da CP, em todas as categorias, durante o período de trabalho entre as 00:00 e as 24:00 de três de junho de 2026, com regras para turnos iniciados no dia dois ou terminados fora da sede.
- Inclui ainda quem tenha turnos iniciados fora da sede no dia quatro de junho, ou que comece no dia três e termine após meia-noite do dia quatro, bem como trabalhadores chamados para acompanhar comboios para substituir grevistas.
- Caso haja solicitações de serviço com antecedência, a greve pode ocorrer nos termos do pré-aviso, com interrupção de até oito horas após o período de descanso mínimo, se não houver serviço indicado.
- Além disso, a CGTP também apresentou pré-aviso de greve para três de junho contra as alterações à lei laboral, após negociações com o Governo terminarem sem acordo; o Governo já aprovou a revisão da lei laboral, a ser discutida no parlamento, anunciando a medida a ministra Rosário Palma Ramalho.
O Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) anunciou a adesão à greve geral marcada para 3 de junho contra a reforma da lei laboral aprovada pelo Governo. A greve envolve trabalhadores da CP — Comboios de Portugal, EPE, em atividades comerciais itinerantes e fixas. A paralisação decorre entre as 00:00 e as 24:00 de 3 de junho de 2026.
O pré-aviso de greve prevê a participação de todos os trabalhadores ferroviários da CP, em todas as categorias, durante todo o turno. Inclui também turnos que comecem a 2 de junho e terminem após a meia-noite de 3 de junho, bem como turnos que iniciem no dia 2 e terminem fora da sede.
Há ainda indicação de greve para atividades que ocorram em 4 de junho ou que comecem no dia 3 e se estendam para depois da meia-noite de 4 de junho.
Contexto: reforma laboral e negociações
A CGTP também apresentou pré-aviso de greve para 3 de junho, em protesto contra as alterações à lei laboral. As negociações com o Governo, realizadas na Concertação Social, terminaram sem acordo.
O Governo aprovou, na última semana, a proposta de revisão da lei laboral, que será debatida no parlamento. A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social anunciou a medida numa conferência de imprensa.
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