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Iniciativa Liberal propõe dias de férias extra para doar sangue

Proposta da Iniciativa Liberal prevê um a dois dias de férias extras para quem doar sangue, visando incentivar doações regulares.

Dádiva de sangue
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  • A Iniciativa Liberal apresentou um projeto de lei para atribuir dias de férias extra aos quem doar sangue, variando entre um a dois dias, para incentivar a dádiva.
  • A regra proposta: quem doar sangue duas vezes por ano recebe um dia adicional de férias; quem doar mais de três vezes recebe dois dias adicionais, conforme regras laborais e com declaração comprovativa.
  • A iniciativa foi apresentada pela presidente da IL, Mariana Leitão, no Centro de Sangue e Transplantação de Lisboa, acompanhada pela deputada Joana Cordeiro.
  • O Instituto Português do Sangue e da Transplantação alerta que Portugal precisa de cerca de 1.100 unidades de sangue diariamente; a dádiva pode salvar até três vidas e visa sensibilizar para doação regular antes do verão.
  • O processo de doação, no local, inclui inscrição, triagem e a doação, com duração de cerca de quinze minutos, seguido de informações de resultados por e-mail e SMS.

A Iniciativa Liberal apresentou esta segunda-feira um projeto de lei que concede mais um ou dois dias de férias a quem doar sangue, com o objetivo de incentivar e reconhecer a prática. A iniciativa envolve uma adaptação ao regime laboral, para além da mera dispensa no dia da doação.

A líder da IL, Mariana Leitão, explicou que quem doar sangue duas vezes por ano terá direito a mais um dia de férias, e quem doar mais de três vezes fica com dois dias. A deputada Joana Cordeiro acompanhou a líder na apresentação.

Leitão doou sangue no Centro de Sangue e Transplantação de Lisboa, acompanhada por membros da comitiva. Durante a visita, mostrou uma ficha de inscrição e descreveu o trajeto desde a triagem até à doação, destacando a duração total do processo.

Detalhes da Proposta

A IL defende que a marcação e a fruição dos dias adicionais obedecem às regras do direito laboral, com apresentação de uma declaração comprovativa emitida pelo organismo público competente. A medida pretende criar reconhecimento e alertar para a importância da dádiva.

Maria Antónia Escoval, presidente do IPST, afirmou que Portugal necessita diariamente de cerca de 1.100 unidades de sangue e componentes. O registo atual indica estabilidade na doação, com incentivo a doadores regulares antes do período de verão.

Segundo a responsável, as dádivas de sangue são permitidas entre os 18 e os 70 anos, desde que a pessoa se encontre saudável. O gesto pode salvar várias vidas e o IPST envia, por e-mail, os resultados das análises aos dadores e, por SMS, informações sobre a distribuição para hospitais.

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