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Fórum Urbano Mundial arranca em Baku com alerta sobre desigualdade habitacional

Fórum Urbano Mundial em Baku realça desigualdade habitacional global e exige cooperação internacional para mobilizar investimento e soluções conjuntas

Fórum Urbano Mundial em Baku, 17 de maio de 2026
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  • O Fórum Urbano Mundial (WUF13) arrancou em Baku, com mais de 40.000 delegados de 182 países.
  • A cimeira destacou a desigualdade habitacional global e a necessidade de cooperação internacional para enfrentar a crise.
  • O vice-primeiro-ministro da Eslováquia, Tomas Taraba, lembrou que 80% dos eslovacos são proprietários, contrastando com países onde a propriedade pode chegar a 20%.
  • O ministro da Habitação da Malásia, Nga Kor Ming, sublinhou a importância de projetos credíveis para atrair investimento público e privado.
  • Representantes africanos pediram maior acesso a financiamento e tecnologia para os países em desenvolvimento, com foco na rápida urbanização. O fórum decorre até 22 de maio.

O Fórum Urbano Mundial (WUF13) começou em Baku com alertas sobre a desigualdade habitacional a nível global. O evento, que decorre até 22 de maio, reúne ministros, especialistas e líderes de 182 países para debater urbanização sustentável. O arranque destacou a necessidade de cooperação internacional face à crise.

O vice-primeiro-ministro da Eslováquia, Tomas Taraba, apontou que 80% dos eslovacos são proprietários, em contraste com taxas de propriedade em alguns países que chegam a 20%. Taraba disse que este fosso afeta a qualidade de vida e que o aumento dos preços é um tema crítico no momento.

Mais de 40 mil delegados participaram em Baku, na capital do Azerbaijão, para discutir a crise da habitação que já não pode ser resolvida apenas a nível nacional. Representantes da Ásia, da Europa e de África destacaram a pressão da rápida urbanização, do clima e das infraestruturas deficitárias.

Investimento e inovação

O ministro da Habitação da Malásia, Nga Kor Ming, presidente da UN-Habitat, enfatizou a necessidade de projetos consistentes e com histórico de integridade para atrair investimento. Ele ressaltou que, uma vez criados, estes projetos mobilizarão empresas e governos para avançar.

O vice-ministro checo do Desenvolvimento Regional, Filip Endal, explicou que o valor do fórum reside na troca de abordagens. Endal afirmou que não existe uma solução única e que o evento serve de inspiração para novas ideias aplicáveis globalmente.

Delegados africanos sublinharam a urgência para países em desenvolvimento acederem a financiamento e tecnologia que acompanhem o ritmo da expansão urbana. O ministro da Terra e da Habitação da Gâmbia, Hamat Bah, destacou a aprendizagem a partir da experiência do Azerbaijão, valorizando o compromisso nacional como motor de mudança.

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