- O serviço da Carris pode ficar afetado na segunda-feira, entre as 10h00 e as 15h00, devido a um plenário de trabalhadores.
- O plenário ocorre numa altura em que a direção considera haver “alguma estagnação do processo de negociação” com o sindicato STRUP.
- O STRUP vê a atualização salarial apresentada pela Carris como inaceitável e critica a progressão do processo negocial.
- A proposta em cima da mesa prevê um aumento ao longo de quatro anos de 1% acima da inflação, com um mínimo garantido de 60 euros, mais a integração de matérias não pecuniarias acordadas.
- Actualmente, a Carris tem duas tabelas salariais distintas, o que provoca desníveis entre profissões; a unificação é defendida pelos sindicatos.
O serviço da Carris pode ficar afetado na segunda-feira, entre as 10h00 e as 15h00, devido a um plenário de trabalhadores. A confirmação foi feita à Lusa por uma fonte sindical. O plenário ocorre em Miraflores, Oeiras, Lisboa.
O objetivo é evitar danos graves à circulação, mas os autocarros poderão registrar interrupções. O STRUP garante que a paralisação não será total, ocorrendo em horário de menor procura.
Segundo o sindicato, a negociação está estagnada e a atual proposta de atualização salarial é considerada inaceitável. A luta é por aumentos reais, 35 horas e unificação das tabelas salariais.
Proposta salarial e desfasamento
A Fectrans descreve a proposta de quatro anos apresentada pelo Conselho de Administração, com atualização anual baseada na inflação + 1% e um mínimo de 60 euros. Esta medida inclui matérias não pecuniárias acordadas.
Detalhes do plenário
Manuel Leal, do STRUP, afirma que o desvio entre tabelas salariais causa desigualdade entre funções. O plenário servirá para discutir os termos da proposta e próximos passos. A Carris não respondeu até ao momento.
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