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Mondego: relatório propõe gestão por nova empresa pública; ministra recusa

Água volta a correr no Mondego após a rutura do dique; relatório técnico recomenda gestão da bacia por nova empresa pública, decisão da ministra permanece recusada

A água voltou a correr depois do dique ter sido destruído na sequência das tempestades
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  • Um relatório técnico sugere gerir a Bacia do Mondego por uma nova empresa pública, mas a ministra recusa a proposta.
  • O dique que ruiu entre o Choupal e a rotunda da A1 foi destruído em fevereiro, na sequência das tempestades, e a água voltou a correr no Mondego.
  • Na manhã de sexta-feira, autarcas, técnicos e governantes acompanharam o momento em que a água voltou a passar pelo dique.
  • A presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, exclamou: “E pronto, já aí vem a água!”.

A água voltou a correr no Mondego depois de o dique ter sido destruído pela passagem de tempestades em fevereiro. Na manhã desta sexta-feira, a água retomou o fluxo no dique que cedeu entre o Choupal e a rotunda da A1, no concelho de Coimbra.

Entre a comitiva que acompanhou o momento estiveram autoridades locais, técnicos e membros do governo. A presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, foi observada a reagir de forma visível ao reestabelecimento do curso do rio, marcado pelo primeiro passagem de água após a ruptura.

Segundo o relatório técnico publicado, há sugestões de gestão futura da bacia do Mondego através de uma nova empresa pública. A ministra responsável rejeitou a proposta, mantendo divergências entre governo e autarcas sobre o modelo de gestão mais adequado.

Gestão da água: proposta e recusa

O relatório aponta para a necessidade de uma gestão mais centralizada da bacia hidrográfica, com foco em resiliência e resposta a eventos climáticos extremos. A posição da ministra, no entanto, mantém o debate em aberto entre autoridades locais e federais.

Os responsáveis locais destacam a importância de financiar obras de reabilitação de infraestruturas e de melhorar a evacuação de cheias. O objetivo é reduzir o risco para comunidades ribeirinhas e reforçar a segurança dos concelhos da região do Mondego.

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