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Fecho de passagem de nível em Silvalde gera revolta

Câmara de Espinho e Junta de Freguesia de Silvalde criticam o fecho da passagem de nível, alegando decisão unilateral da Infraestruturas de Portugal sem diálogo prévio e impacto na mobilidade local

Fecho de passagem de nível em Silvalde gera revolta
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  • A Infraestruturas de Portugal fechou a passagem de nível da Linha do Vouga na Rua Nova dos Loureiros, Silvalde, Espinho, na madrugada de 14 de maio.
  • A decisão apanhou a Câmara Municipal de Espinho e a Junta de Freguesia de Silvalde de surpresa, gerando críticas duras sobre o processo.
  • Autarquia e Junta acusam a IP de avançar de forma unilateral, sem diálogo prévio e sem considerar soluções que mantivessem segurança ferroviária e mobilidade local.
  • O encerramento tem provocado forte contestação política e social na região.

O IP decidiu encerrar a passagem de nível da Linha do Vouga, na Rua Nova dos Loureiros, em Silvalde, Espinho. O fechamento foi efetuado na madrugada de 14 de maio, sem aviso prévio público detalhado. A medida afeta a mobilidade local e a circulação na área.

A Câmara Municipal de Espinho e a Junta de Freguesia de Silvalde contestam a decisão, dizendo que foi tomada de forma unilateral. Alegam que não houve diálogo prévio nem apresentação de soluções alternativas que equilibrassem segurança ferroviária e mobilidade da comunidade.

Segundo as autarquias, a falta de consulta levou a críticas quanto ao planeamento e à comunicação do processo. As autoridades locais aguardam esclarecimentos oficiais e eventuais medidas de mitigação para os residentes e comerciantes da zona.

Reação das autoridades locais

As entidades locais defendem que a segurança não deve comprometer a vida diária dos moradores. Em causa está a possibilidade de alternativas que salvaguardem a circulação pedonal e viária sem recorrer ao fecho definitivo da passagem.

O IP não confirmou detalhes sobre etapas futuras, nem prazos de avaliação ou de reabertura da passagem. A administração pública local informa que continuará a acompanhar o processo e a pedir reuniões para esclarecer impactos.

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