- A ministra do Trabalho afirmou que “os países que são mais flexíveis pagam melhor”.
- Sobre a amamentação, explicou que não é contra mães que amamentam mais de dois anos, apenas defendeu que esse é o prazo equilibrado para um horário reduzido.
- A redução diário de duas horas, paga pelo empregador, foi apresentada como uma segunda-feira sem limite de tempo, o que, segundo a ministra, não existe noutros países.
- Um benchmark internacional indicado pela equipa mostrou que outros países estabelecem limites para esse benefício, sendo o país com mais tempo apenas um ano a menos que o proposto (ou seja, dois anos, conforme as indicações da OMS).
- A ministra esclareceu que a mensagem foi mal interpretada e reiterou não ter qualquer cruzada contra as mães.
A ministra do Trabalho afirmou que os países com maior flexibilidade no mercado de trabalho tendem a oferecer melhores condições salariais. A afirmação surge no contexto de uma entrevista sobre políticas laborais e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.
Durante a entrevista, a ministra abordou o tema da amamentação e das licenças associadas. Reforçou que não é contra mães que amamentam, reconhecendo a decisão como íntima e da mãe. O ponto principal foi a redução de duas horas diárias do horário de trabalho, com pagamento pelo empregador, sem limite de tempo, algo que não existe em parte alguma do mundo.
A ministra explicou que houve um benchmark internacional para entender limites. Segundo o estudo, a maioria dos países impõe um teto menor que as duas horas diárias propostas, com apenas alguns excedendo esse período. A referência da OMS aponta para dois anos de licença, usando como base a diretriz internacional, sem intenção de visar as mães.
Amamentação e licenças
Apenas para esclarecer, a fala reforçou que a decisão de amamentar permanece com a mãe e que a medida visa avaliar impactos de políticas de licenças no mercado de trabalho. Não houve indicação de mudança imediata de políticas, apenas a apresentação de dados comparativos.
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