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Membros da Comissão Nacional de Eleições negam ter bloqueado colegas

Cinco membros da Comissão Nacional de Eleições rejeitam bloquear dados salariais, defendem acesso presencial, enquanto pedem auditoria urgente à gestão

João Carlos Trindade é o presidente da Comissão Nacional de Eleições
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  • Cinco membros da Comissão Nacional de Eleições rejeitaram bloquear o acesso a informações sobre remunerações e abonos, após outros cinco terem suspendido as suas funções nas reuniões.
  • O acesso aos documentos foi colocado à disposição para consulta presencial nas instalações da CNE, segundo o comunicado.
  • Explica-se que a exigência de acesso físico visou conciliar o direito à informação com os deveres legais de proteção de dados, já que os documentos contêm identificação de trabalhadores.
  • Os signatários demonstram solidariedade com o presidente João Carlos Trindade e elogiam a decisão de solicitar ao Tribunal de Contas uma auditoria urgente à gestão financeira e administrativa da CNE.
  • Os cinco que suspenderam funções em protesto são Teresa Leal Coelho, Rodrigo Roquette, Miguel Ferreira da Silva, Mafalda Sousa e João Tomé Pilão.

Cinco membros da Comissão Nacional de Eleições (CNE) rejeitaram o bloqueio de acesso a informações sobre remunerações e abonos pagos aos trabalhadores de apoio e aos membros da CNE. A empresa de conduta foi notificada pela direção para disponibilizar os dados para consulta presencial nas instalações da CNE.

Os documentos podem ser consultados fisicamente, segundo o comunicado divulgado pelos membros que ficaram a cargo da CNE. A posição sustenta que o acesso não condiciona o escrutínio, mas concilia o direito de informação com os deveres legais da instituição, que trata dados pessoais dos trabalhadores.

Apoio à gestão da liderança ficou expresso, com o presidente João Carlos Trindade a ser respaldado pelos signatários. Em protesto contra a gestão, outros cinco elementos suspenderam as suas funções nas reuniões plenárias.

Tribunal de Contas

Teresa Leal Coelho, Rodrigo Roquette, Miguel Ferreira da Silva, Mafalda Sousa e João Tomé Pilão assinaram o protesto e suspenderam funções. O grupo pediu ao Tribunal de Contas uma auditoria urgente à gestão financeira e administrativa da CNE.

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