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Na Bienal de Veneza, Alexandre Estrela gera empatia com sismos

Na Bienal de Veneza, RedSkyFalls, de Alexandre Estrela, aproxima Portugal da experiência sísmica, gerando ansiedade e empatia no público

As obras de *RedSkyFalls* reagem em conjunto, e em tempo real, a sismos que ocorrem em todo o mundo quando estes ultrapassam os 4,5 graus na escala de Richter
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  • A exposição RedSkyFalls, de Alexandre Estrela, abriu ao público neste sábado na Bienal de Veneza, em representação de Portugal na 61.ª edição.
  • A mostra situa-se na fronteira entre investigação artística e científica.
  • A experiência envolve sons de sismos que provocam reacções do público, entre sustos, ansiedade e curiosidade.
  • A obra pretende gerar empatia ao explorar a perceção de abalos e o modo como as pessoas respondem a estímulos incertos.

Na Bienal de Veneza, a exposição RedSkyFalls, de Alexandre Estrela, abriu ao público no sábado. A obra representa Portugal na 61.ª edição do evento, combinando investigação artística e científica.

Ao vivo, o público é confrontado com sons de sismos simulados. O efeito é um susto inicial, seguido de reacções como saltos, mão ao peito e risos nervosos, num ambiente de expectativa.

A instalação, integrada na participação portuguesa, pretende explorar a relação entre ciência e arte e promover uma perceção empática do tema dos sismos sem recorrer a descrições espetaculares.

Abertura e objetivo

O projeto RedSkyFalls junta investigação e experimentação sonora, mantendo o foco na tentativa de comunicar fenómenos naturais complexos de forma sensível e envolvente. A visita está aberta aos públicos da Bienal.

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