- A Redação da Visão formalizou a constituição de uma sociedade comercial, MIL – Mais Visão Pela Imprensa Livre, Lda, com os jornalistas como únicos detentores.
- Passa a ser uma empresa de pleno direito e anuncia que pode apresentar uma proposta de compra do título da Visão.
- O projeto arrancou a 8 de janeiro e, em menos de dez dias, atingiu o objetivo inicial de 200 mil euros, valor já ultrapassado.
- Não há um calendário definido para o leilão da venda do título, mantendo o processo dependente da insolvência da Trust in News (TiN).
- Mesmo com incertezas, há sinais positivos, como o aumento das vendas em banca e o apoio à campanha; o grupo está apto para avançar com a proposta quando for legalmente possível.
A redação da Visão formalizou uma operação para avançar com a compra do título. A campanha, lançada publicamente em janeiro, superou a meta inicial de 200 mil euros e mantém o apoio dos leitores ao longo dos meses. O objetivo é garantir a continuidade do título nas mãos dos jornalistas que o produzem.
O grupo criou a sociedade MIL – Mais Visão Pela Imprensa Livre, Lda, inteiramente detida pelos profissionais envolvidos. A passagem de um conjunto de jornalistas para uma empresa visa disponibilizar o instrumento legal para apresentar uma proposta de aquisição.
O anúncio surge num momento em que o projeto foi iniciado a 8 de janeiro. O esforço já gerou vendas em banca e uma base de apoio estável, ainda que o percurso permaneça mais lento do que o previsto. O leilão do título depende das decisões no âmbito da insolvência da Trust in News TiN.
Processo de financiamento e enquadramento legal
Apesar das dificuldades, a redação aponta sinais positivos e afirma estar preparada para avançar com a proposta assim que o enquadramento legal permitir. O futuro da revista permanece dependente da evolução do processo de insolvência da TiN.
Perspetivas e próximos passos
Não há data definida para o eventual leilão do título. O grupo reforça a vontade de manter Visão livre e independente, sem depender de algoritmos ou agendas associadas a interesses ocultos. O caminho requer ainda decisões formais sobre o desfecho da insolvência.
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