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Presidente das Sete Bicas critica falta de apoios públicos a cooperativas

Presidente da Sete Bicas afirma que a ausência de apoios públicos impede novas cooperativas de habitação e solicita financiamento, enquanto Matosinhos discute apoio estatal

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  • A conferência “Habitar Portugal | Cooperativas de Habitação: Escala, Comunidade e Futuro” discutiu soluções para uma habitação mais inclusiva através de cooperativas.
  • No último painel, Guilherme Vilaverde, presidente da cooperativa As Sete Bicas, disse que a falta de apoios públicos impede a criação de cooperativas e pediu financiamento para a nova geração.
  • Carlos Mouta, vice-presidente da Câmara de Matosinhos, e Manuela Álvares, presidente do Conselho de Administração da Matosinhos Habitat, solicitaram intervenção do Estado.
  • A autarquia de Matosinhos já aprovou um programa de apoio às cooperativas, que prevê cedência de terrenos, isenção de taxas urbanísticas e uma aprovação de projetos mais célere (via verde).
  • O objetivo é tornar a habitação acessível através de estruturas cooperativas, com apoio público e medidas administrativas facilitadas.

A conferência Habitar Portugal | Cooperativas de Habitação: Escala, Comunidade e Futuro discutiu soluções para uma habitação mais inclusiva através de cooperativas. No último painel, Guilherme Vilaverde, presidente da As Sete Bicas, afirmou que a falta de apoios públicos impede a criação de cooperativas e solicitou financiamento para a nova geração do setor. O debate reuniu também outras figuras do setor.

Carlos Mouta, vice-presidente da Câmara de Matosinhos, e Manuela Álvares, presidente do Conselho de Administração da Matosinhos Habitat, defenderam a intervenção do Estado. Ambos sublinharam que a autarquia já aprovou um programa de apoio às cooperativas, incluindo cedência de terrenos, isenção de taxas urbanísticas e uma aprovação mais célere dos projetos.

Intervenção do Estado

A proposta é que o Governo abranja financiamento específico para cooperativas de habitação, facilitando projetos de comunidades incluídas em territórios com maior carência habitacional. Os participantes consideram que o apoio público pode acelerar a construção de soluções estáveis e acessíveis.

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