O que aconteceu: uma alegada agressão a uma criança invisual na Escola Básica/Jardim de Infância da Azeda, em Setúbal, ocorreu no dia 30 de abril. A presidente da Câmara afirma que foi “uma brincadeira entre crianças que acabou mal” e houve intervenção das assistentes operacionais.
Quem está envolvido: envolvem-se crianças de 6 e 7 anos; a associação SerEspecial denunciou o caso na terça-feira e a autarquia soube da situação no sábado seguinte. A escola informou que a situação ficou resolvida com os encarregados de educação.
Quando e onde: o incidente ocorreu na Azeda, em Setúbal, no anterior fim de semana de abril. A Câmara diz que a intervenção ocorreu rapidamente e que não houve discriminação entre as crianças.
Por quê: a autarquia sustenta que a situação não teve motivação discriminatória, apelando ao equilíbrio entre diversão, conflitos entre crianças e resoluções administrativas. A SerEspecial exprime preocupações legítimas quanto ao bem-estar da criança.
Contexto e desdobramentos
A presidente municipal rejeita que haja preconceito ou intenção de excluir a criança invisual. Critica o mediatismo que, segundo diz, alimentou algum alarme na opinião pública.
A autarquia afirma que o aluno está de férias com os pais, com programações prévias, e que não está ausente por receio de regressar à escola. Reforçam também que o Agrupamento é referência em baixa visão e cegueira na educação pré-escolar.
Ação institucional e contexto educativo
Maria das Dores Meira aponta falhas históricas na autorização de reforço de assistentes operacionais pelo Ministério da Educação. O objetivo é garantir apoio contínuo a alunos com necessidades específicas.
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