- O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, participou na conferência em Matosinhos, defendendo que as cooperativas podem ajudar a resolver a crise da habitação em Portugal.
- A defesa passa pela necessidade de financiamento público e pela reconstrução da imagem das cooperativas.
- Em intervenção à distância, Luísa Salgueiro reiterou que o financiamento do Governo é crucial para relançar o modelo das cooperativas.
- O evento, intitulado Habitar Portugal: Cooperativas de Habitação: Escala, Comunidade e Futuro, aconteceu em Matosinhos.
Nesta quarta-feira, Matosinhos recebeu a conferência Habitar Portugal | Cooperativas de Habitação: Escala, Comunidade e Futuro. O evento reuniu público e especialistas para discutir o papel das cooperativas na resposta à falta de habitação em Portugal.
O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, afirmou que as cooperativas podem contribuir para mitigar a carência de casas. Defendeu que o modelo precisa de financiamento estável e de uma imagem institucional mais clara para crescer.
Numa intervenção à distância, Luísa Salgueiro sustentou que o relançamento das cooperativas depende, em grande medida, de apoio financeiro público. A especialista enfatizou que o financiamento governamental é crucial para ampliar projectos de habitação coletiva.
Cooperativas: financiamento e imagem
Os participantes discutiram caminhos para viabilizar projetos de cooperação entre privados e entidades públicas. A prioridade é criar condições para escalar iniciativas, mantendo a comunidade como eixo central.
Especialistas destacaram ainda a importância da transparência na gestão e de mecanismos de controlo para assegurar a qualidade das moradias. O debate também abordou estratégias de comunicação para melhorar a perceção pública do modelo.
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