- No segundo capítulo da série Filhos da migração sul-asiática, jovens de Bangladesh partilham percursos em Portugal.
- Lakmina Jesmin, jornalista do Bangladesh, veio estudar para Portugal.
- Nafisa Omi chegou ao país há quatro anos.
- Khalid tem uma escola de línguas nos Anjos, em Lisboa.
- O artigo compara o acolhimento de há vinte anos com a realidade atual, destacando mudanças na vida de imigrantes sul-asiáticos.
Após duas décadas marcadas por um recibo de acolhimento, a nova edição da série Filhos da migração sul-asiática acompanha percursos de jovens no seu segundo capítulo. O foco é entender como evoluíram as trajetórias de estudantes e profissionais que chegaram a Portugal, e como lidam com as mudanças no país anfitrião. A reflexão parte de expressões de saudade e de adaptação, sem juízos de valor sobre as políticas de integração.
Lakmina Jesmin, jornalista natural do Bangladesh, chegou a Portugal para estudar. Nafisa Omi veio do Bangladesh há quatro anos, com interesse em formação académica e profissional. Khalid (Khalidur) abriu uma escola de línguas nos Anjos, em Lisboa, expandindo oportunidades de ensino para comunidades locais e imigrantes. Os relatos destacam interesses ligados aos estudos de jornalismo, design e ensino de línguas como pontos centrais das suas vivências no país.
A narrativa reúne ainda perguntas sobre identidade, redes de apoio e o impacto da mobilidade na vida quotidiana. O segundo capítulo da série procura captar como os jovens percebem o ambiente em que vivem, entre recordações de tempos de acolhimento e realidades atuais distintas. A série propõe um retrato humano da migração sul-asiática para lá dos números.
Percursos de jovens em Lisboa
Os protagonistas atuam em áreas diversas e mantêm vínculos com o Bangladesh, ao mesmo tempo que constroem trajetórias em Portugal. A lente jornalística foca tanto experiências pessoais como oportunidades profissionais, evidenciando desafios e motivações que atravessam gerações.
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