- Cerca de 20 famílias da Região Centro ainda aguardam a reconstrução de casas de primeira habitação que arderam nos fogos de outubro de 2017.
- O MAAVIM – Movimento Associativo de Apoio às Vítimas dos Incêndios de Midões pondera apresentar uma queixa ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) caso não haja progresso em território nacional.
- O porta-voz, Nuno Tavares Pereira, vai intervir na quarta-feira na Comissão Parlamentar de Inquérito aos Negócios dos Incêndios Rurais.
- O movimento pediu ainda ser recebido pelo novo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).
- Relatos recolhidos pelo Jornal de Notícias revelam que, oito anos depois, as feridas e a revolta das vítimas continuam por sarar.
Relatos indicam que cerca de 20 famílias da Região Centro ainda aguardam a reconstrução das habitações que arderam nos fogos de outubro de 2017. O atraso persiste após anos de danos materiais e emocionais, segundo o MAAVIM — Movimento Associativo de Apoio às Vítimas dos Incêndios de Midões, criado para apoiar lesados.
O movimento pondera apresentar uma queixa ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) se não houver avanços no território nacional. A hipótese surge após esgotados os caminhos no país para as vítimas receberem indemnizações e obras de requalificação.
O porta-voz do MAAVIM, Nuno Tavares Pereira, está chamado a falar na Comissão Parlamentar de Inquérito aos Negócios dos Incêndios Rurais na próxima quarta-feira. Pretende também ser recebido pelo novo presidente da CCDR Centro (CCDRC) para abordar o tema. As informações são corroboradas pelo Jornal de Notícias.
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