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Deslocações na região do Porto ficam mais caras para quem trabalha

Deslocações no Porto ficam mais caras: 29% percorrem mais de 10 km e 27% demoram mais de meia hora; entre estudantes, 51% superam os 30 minutos

Uma percentagem significativa de cidadãos tem de percorrer 20 quilómetros para trabalhar na AMP
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  • Nove em cada dez habitantes da Área Metropolitana do Porto precisam de se deslocar diariamente, com 29% a percorrer mais de dez quilómetros e 27% a demorar mais de meia hora.
  • Entre quem sai de casa para trabalhar, 61% percorrem até dez quilómetros; 38% percorrem entre 11 e 20 quilómetros; 17% vão a mais de 20 quilómetros, a partir de referência da Rotunda da Boavista.
  • No que toca ao tempo de deslocação, 42% dos trabalhadores gastam entre 15 e 30 minutos, enquanto 30% precisam de mais de 30 minutos.
  • Quanto a estudantes, 51% precisam de mais de meia hora para chegar à escola ou universidade, e 13% de mais de uma hora.

Nove em cada dez moradores da Área Metropolitana do Porto precisam de se deslocar diariamente ou quase diariamente. O Barómetro da ACP sobre mobilidade aponta este padrão de deslocações na região, destacando a carga para quem sai de casa para trabalhar ou estudar.

Para quem trabalha, a distância costuma exceder os 10 km: 61% percorrem até esse valor, enquanto 38% fazem entre 11 e 20 km (21%) ou mais de 20 km (17%). Em referência à Rotunda da Boavista, Rio Tinto, Leça da Palmeira e Canelas situam-se a cerca de 10 km por estrada.

Além da distância, o tempo de deslocação é relevante. Entre os trabalhadores, 42% gastam entre 15 e 30 minutos, e 30% precisam de mais de 30 minutos, considerando ida e regresso. Os encargos são ainda maiores para quem estuda.

Deslocações para estudo

Entre os estudantes, o peso da deslocação é maior: 51% perdem mais de 30 minutos e 13% passam mais de uma hora em deslocações, estimando ida e volta. O estudo abrange sobretudo jovens com 18 anos ou mais.

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