- O Bloco de Esquerda apelou à mobilização para a greve geral convocada pela CGTP para 3 de junho.
- José Manuel Pureza disse que o pacote laboral está na iminência de ser derrotado e pode nem chegar ao Presidente da República.
- O BE pediu a participação de trabalhadores sindicalizados e não sindicalizados, considerando que a UGT também deveria aderir à greve.
- Pureza afirmou que a derrota deve ser política, criticando alterações à legislação laboral que, na sua visão, penalizam os trabalhadores num contexto de inflação alta.
- A CGTP convocou a greve geral para contestar as mudanças legislativas propostas pelo Governo, no Dia do Trabalhador.
O Bloco de Esquerda apelou nesta sexta-feira à mobilização para a greve geral convocada pela CGTP para 3 de junho, afirmando que o pacote laboral está à beira de derrota e pode nem chegar ao Presidente da República.
O coordenador do BE, José Manuel Pureza, sublinhou a importância de uma mobilização ampla, com trabalhadores sindicalizados e não sindicalizados, e revelou desejar que a UGT se junte à greve.
Pureza cumprimentou, em frente à sede do BE, a manifestação do Dia do Trabalhador promovida pela CGTP-IN em Lisboa, afirmando que a luta é de todos os trabalhadores.
Ação de mobilização e perspetiva do BE
Pureza disse que a greve geral deve derrotar politicamente o pacote laboral, destacando que já houve resistência social e que a participação ampla é determinante. O líder afirmou ainda que as consequências são mais gravosas com a inflação atual.
O Bloquilo criticou as alterações da legislação laboral propostas pelo Governo, alegando que reduzem rendimentos dos trabalhadores num contexto de custo de vida elevado. O BE vê a mobilização como elemento-chave para evitar impactos negativos.
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