- A festa do 1.º de maio da UGT realizou-se no Centro Desportivo do Jamor, em Oeiras, com palavras contra a reforma laboral e animação musical.
- Quim Barreiros animou o espaço, levando o público a dançar ao som do seu repertório após o discurso de Mário Mourão, secretário-geral da UGT.
- Mourão disse que a UGT não cederá às “traves mestras” da reforma e criticou a versão apresentada pelo Governo, classificando-a como danosa para trabalhadores e empresas.
- O líder do PS, José Luís Carneiro, participou no evento ao lado de Isaltino Morais, presidente da Câmara de Oeiras, e desafiou o primeiro-ministro a recuar com o pacote laboral.
- A festa seguiu com atuação da banda Buzz Killers e atividades diversas, com barracas, venda de comida e diversão para famílias nas áreas exteriores.
A festa do 1.º de maio da UGT, realizada no Centro Desportivo do Jamor, em Oeiras, juntou trabalhadores, dirigentes sindicais e visitas políticas para uma celebração com críticas à reforma laboral em negociação na Concertação Social. O evento contou com palavras contra as alterações, música popular e atividades para famílias.
O secretário-geral da UGT, Mário Mourão, afirmou que a central não cederá às chamadas “travas mestras” da reforma, mantendo a posição de resistência. O discurso sublinhou a união da organização e a responsabilidade do Governo na condução das negociações.
Quim Barreiros animou o público ao palco, após o primeiro-ministro ser criticado pelo líder sindical. O cantor, com o acordeão às costas, incentivou quem quisesse cantar ou dançar, descrevendo o concerto como o “comboio da UGT”. O espetáculo durou cerca de uma hora, a partir das 16h.
No Jamor, houve ainda espaço para jogos e convívio junto aos campos do centro desportivo, com crianças e adultos a participar em atividades desportivas entre as atuações. A presença de Isaltino Morais, presidente da Câmara de Oeiras, e de José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, também marcou o evento.
Antes de encerrar, Mourão reforçou que a UGT não aceitará alterações que considere prejudiciais aos trabalhadores. Carneiro, que também participou na festa, manifestou críticas à reformulação apresentada pelo executivo de Luís Montenegro, alinhando-se com as preocupações dos trabalhadores.
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