- Grupos no WhatsApp dedicados apenas a áudios de assobio multiplicam-se, sem espaço para mensagens de texto, faladas ou imagens.
- Em Portugal, um grupo de about 1.000 participantes dedicado à “arte do assobio Alentejo” permite mensagens de texto muito limitadas e stickers relacionados aos assobios, com prémio semanal para o melhor assobio.
- A regra prática é apenas assobiar em áudio; quem não cumprir pode perder a participação, com o grupo mantendo a troca apenas nesse formato.
- No Brasil, grupos similares incluem assobios de músicas, melodias criadas ou imitações de pássaros, e podem exigir adaptação rigorosa sob pena de expulsão imediata.
- A entrada nestes grupos é, na maioria dos casos, por convite ou mediante pedido de adesão.
Os grupos do WhatsApp dedicados a áudios de assobio ganham corpo como uma nova tendência que já envolve milhares de membros em várias países. A dinâmica é simples e rígida: não há mensagens de texto, nem áudios a falar ou imagens, apenas assobios em áudio.
Em Portugal, existem grupos com foco na “arte do assobio Alentejo”, que, segundo o CM, já contam com cerca de 1000 participantes. Além dos assobios, podem existir mensagens de texto reduzidas e stickers relacionados com os assobios. A descrição de um dos espaços menciona: “o melhor assobio da semana ganha destaque no grupo e um balde de tremoços”.
Diferenças entre países
No Brasil, o jornal GZH acompanhou durante duas semanas um desses grupos, onde os participantes assobiam músicas, melodias improvisadas ou imitações de aves, por muitas horas ao dia. Em alguns casos, o grupo inclui parlamentares brasileiros, e qualquer tentativa de escrever ou desviar-se do padrão resulta em expulsão imediata, com vagas que são ocupadas rapidamente por novos aderentes. A adesão costuma ocorrer mediante convite ou pedido de autorização.
Entre na conversa da comunidade